História
Coveiro Tagar, diz que não há como quebrar a maldição da Câmara de Pedra. Encontre Ulgorn, que foi ao crematório para encontrar uma maneira de quebrar a maldição.
Após a conclusão (spoilers)
“Vamos nos livrar da maldição juntos.” Desde que visitou a Câmara de Pedra Subterrânea, Ulgorn vinha sofrendo com pesadelos onde era devorado por aranhas do cemitério ou perseguido por cadáveres enterrados vivos. Ele não se sentia revigorado ao acordar e seus ombros estão sempre pesados. Tinha certeza de que é por causa “daquilo”. Definitivamente está amaldiçoado...! O coveiro, Tagar, se irritava ao ouvir as lamentações do bobo que veio até ele ansioso sem saber o que fazer. Tagar diz que não existe uma forma de quebrar a maldição em lugar nenhum do mundo. Ele apenas estalou a língua ao ver Ulgorn partindo para encontrar seu assistente tão bobo quanto ele. Ulgorn chamou seu companheiro mais confiável e entrou na Câmara de Pedra de um Daeva nobre. Não o chamou por medo, mas porque ambos tinham que se livrar da maldição da câmara. Voltou para a vila após realizar um ritual para os mortos, bem-sucedido com certo custo. Agora é hora de receber a energia da sorte daqueles que lhe são próximos. "Estou nervoso. É a primeira vez que recebo cartas..." Trêmulo, Ulgorn conferiu o conteúdo da carta. A letra de Hadala é organizada, mas apenas algumas letras têm cores diferentes, talvez por falta de tinta. Ele decidiu dar tinta de presente para ela como agradecimento futuramente. A carta de Nemon não tem nada escrito nem na frente, nem no verso. Será que precisava de um código mágico? E Dinoh... enviou uma carta amaldiçoada! Aquele maldito! Escrever esta longa carta para sete pessoas em 3 dias é um problema em tanto. Quem deveria recebê-la? Primeiro, aquele tal de Galorik e... Uma voz dizendo “Foi enganado de novo?” ecoava na cabeça de Ulgorn por algum motivo. Era estranho já que ele tinha quebrado toda a maldição.